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O conto do Vigário
fevereiro 16, 2011 Rodrigo Santos
Liberdade (?) roubada
janeiro 24, 2011 Rodrigo Santos
Tudo isso aparece bem na hora de dormir. Estranho? Talvez.
Se eu não conhecesse as reações do meu corpo.
Passo muitas horas do dia em quem eu consigo limpar completamente a mente, faço com que pareça uma grande sala escura. Sem sons, sem pessoas, sem um ruído sequer.
Tenho um auto controle bastante aguçado, depois de certos acontecimentos, mas é, justamente, na hora em que eu vou dormir (entre 23h e 0h) que todo esse controle vai para o espaço. Minha cabeça explode em pensamentos para me deixar acordado. Minha cabeça insiste em trabalhar quando, na verdade, deveria se aquietar.
Se imagino uma sala escura para acalmar os ânimos, as coisas mais sombrias acontecem. Rompem-se paredes, pessoas aparecem falando alto, minha criatividade aflora.
Há algum tempo, quase 4 anos para ser mais exato, passei a viver mais de noite. Dormia muito tarde e com isso, minha cabeça mostrou o que ela podia fazer durante a noite. Ficava mais criativo, conseguia ter discernimento dos mais diversos assuntos.
Hoje eu trabalho e ficar acordado até altas horas da madrugada tendo idéias bacanas, seja para escrever, seja para criar algo já não é possível. Preciso dormir e descansar para poder encarar o dia seguinte tranquilamente.
Como eu disse, meu auto controle nesse momento vai para o espaço. Minha cabeça dói, pensa, cria, fala. Faz de tudo para não me deixar dormir. Faz de tudo para me convencer que o melhor para mim é fazer o que mais gostamos de fazer juntos: ter liberdade.
Liberdade. É o que eu tenho aqui, não é!? Liberdade para escrever e publicar o que eu quiser, até pensamentos distorcidos, confusões, sonhos, pesadelos, morte, fantasmas...
Ass.: Rodrigo Santos ("Somos todos bons e, somos todos maus." Lila, em DEXTER)
A vida é clichê
janeiro 08, 2011 Rodrigo Santos
O Complexo do Alemão
dezembro 11, 2010 Rodrigo Santos
Pessoas tentaram, inutilmente ajudar o Alemão, melhorar o astral que
sempre estava baixo, sempre com uma tensão no ar. Clima estranho.
Naquele dia fatídico, o chororô tomou conta do lugar. Todos tentaram
melhorar o ânimo. Ninguém conseguiu. Ninguém era capaz de fazer aquele
gringo Alemão abandonar seu complexo por não saber dançar.
Rodrigo Santos
Dexter
dezembro 11, 2010 Rodrigo Santos
Poderia dizer aqui que não sei o porque desse meu interesse no personagem, mas me identifiquei com ele. A maneira como ele observa o mundo e a maneira como age me fascinam. Não posso dizer que sou um homicida, mas por várias vezes já tive vontade de matar alguém. É, de vez em quando acontece e, que jogue a primeira pedra, quem nunca teve essa vontade. Mas o personagem é mais complexo do que isso. Ele se descreve como sendo vazio, como um não-humano (se é que posso chamar assim) sem sentimentos e que faz as coisas, pelo simples fato, de parecer normal aos olhos dos "humanos comuns".
Lido bem com a morte, o que pode fazer de mim uma pessoa fria ou "sem sentimentos" pelo outro. Sempre lidei muito bem com isso. Lembro até hoje a naturalidade com que eu disse no colégio, aos nove anos, que meu avô tinha morrido. Pra mim era só mais um dia normal. O que passou, passou. Sempre fiz parte dessa política.
Já fiz muitas coisas ruins (ou erradas, como quiser chamar) e gostava, vibrava, entrava em êxtase quando davam certo. Sempre fiz meu papel, aquele simpático que cativa as pessoas, às vezes tímido, mas sempre bem agradável. Não que eu não seja assim, tenho minhas qualidades, mas nem sempre quero ser assim, nem sempre quero ESTAR assim. Às vezes só quero que todo o resto do mundo evapore pra eu poder sem quem eu REALMENTE sou.
Nem sei o porque de escrever tudo isso, mas essa série me causa um frenesi sem tamanho. E ler a história tá me fazendo viajar ainda mais nesse mundinho insano de um personagem assassino. Não sei, sinceramente, o que faria se pudesse matar algo ou alguém. Tenho medo de mim e da minha intuição com as coisas (o que eu, carinhosamente, chamo de a VOZ). Ela é mais forte que uma simples intuição, ela é como aquela história do anjinho e o diabinho, sempre soprando no seu ouvido o que você deve ou não fazer. É louco, e por que não dizer insano.
O sonho [Re]começou
novembro 14, 2010 Rodrigo Santos
Desde criança tenho esse sonho guardado comigo, mas nunca tive o apoio necessário pra me aventurar num curso e bater de frente com aqueles que acham que não teria futuro.
Os anos passaram os estudos e, mais tarde o trabalho me impossibilitaram de realizar (E o mais importante: me dedicar) ao sonho de ser ator. Mas como eu disse, essa série me deixou mais inspirado e, por que não dizer, decidido a começar um curso e tentar. Meu sonho vai além da fama que muitos fazem questão. Quero ser ator de verdade, fazer teatro e tudo mais. A fama é consequência. Então é isso, agora é Rodrigo indo rumo a realização de seu sonho.
Ass.: RodrigoSantos
Um mês depois...
outubro 23, 2010 Rodrigo Santos
Isso era o que eu pensava que postaria, mas até que as coisas estão fluindo bem, os medos que eu tinha com relação a dividir uma casa com "estranhas" não passaram disso. Tá bom, não vou dizer que é tudo perfeito, que estou adorando tudo isso, mas de 0 a 10 acho que posso considerar aí um 6/7.
As coisas vão fluindo a medida que o tempo passa. Ainda não houveram grandes brigas, mas já vi pequenas discussões. Como eu suspeitava, a convivência casual é bem diferente da convivência cotidiana e pequenos choques tem ocorrido, mas nada que seja preocupante.
Ah, eu confesso: isso não me preocupa nem um pouco. Sou só um coadjuvante nessa história. Sou neutro e permaneço neutro. Se possível abandono o recinto para não me envolver de maneira alguma, nem como ouvinte.
A vida anda monótona, quase parada. Apesar de sair, nada novo.
Tudo é velho, tudo é chato, tudo é tão... ah, tédio.
Alguém incomoda no MSN, fãs tenho aos montes.
Os que eu gosto de ter e os que eu odeio
Do twitter ou daquele site com fotos eróticas
É, gente intediava tem dessas coisas e muitas outras.
Gente intediada é capaz de qualquer coisa pra chegar
em seu estado de graça... " Diário de um chato intediado
Mas então, vou indo!!
Ass.: Rodrigo Santos
A mudança
setembro 19, 2010 Rodrigo Santos
Tudo dentro da vam e do carro do meu pai. Chegamos na casa e começamos a colocar o que restava para dentro e desempacotar as caixas. Um verdadeiro sacrifício, já que eu fiquei com o menor quarto, mas aos poucos o quarto foi tomando forma e as coisas se encaixando como se o quarto fosse ideal. Fui abrir a janela e ela ficou na minha mão. Logo depois a advertência do meu pai: "Não abre a janela que está quebrada." Ah, tá. Agora que eu já tinha aberto e estava com ela nas mãos. Tudo bem, tinha mais uma caixa no andar debaixo onde fica a cozinha e nossa atual entrada.
Enquanto subia tropecei na escada e cai. O resultado foi um dedo roxo que não aguento dobrar e vários arranhões. Quarto arrumado, agora seria o maior teste da minha vida: A INTERNET. Tinha ficado sabendo pouco tempo atrás que a Tim não tinha muito sinal na área, apesar do site mostrar que há cobertura completa. Meu maior medo, morar com pessoas que eu não queria tudo bem, desde que eu tivesse a internet para me distrair e me tirar do mundo deles. Liguei a TV, a imagem terrível, nenhuma antena fez a imagem melhorar, só o SBT funcionando aqui. Ok, computador instalado, cabos todos ligados, estabilizador... morreu. Não ligava. O desespero foi tomando conta de mim. Pedi o notebook da, agora, enteada do meu pai, para testar meu modem. Nenhum ponto em 3G, só 2G que faz a conexão pior que uma discada. Desliguei o notebook. Tinha uma festa de aniversário e já se passavam das 17h quase 18h, a festa começava as 19h. Tomei banho, me vesti e voltei
para o quarto. Resolvi ligar o computador na tomada direto, só pra testar mesmo. Liguei, conectei o modem e amarrei ele apontado para cima na cordinha da persiana. A luz piscou azul. Restava esperança ainda. Um ponto em 3G, 18% de sinal. Conectei e funcionou. Apesar do pouco sinal, a internet tá fluindo bem. Não como eu gostaria, mas fluiu. Fui a festa. Festa de criança, bastante gente, bebida, comida... Pera aí, eu disse comida? Esquece isso, recebemos um prato de salgadinho e passamos um tempão só tomando refrigerante e cerveja. Serviam as bebidas e esqueceram das comidas. Foi tenso. Na volta eu trouxe um estabilizador e liguei o computador de novo. A internet começou bem, estava em 3G até cair para a 2G. Aí desisti e fui para o meu novo desafio: dormir num quarto completamente estranho para mim. Deitei e fiquei vendo TV, não tinha sono. Estava cansado, com dores pelo corpo, mas não estava com sono. Forcei o sono, desliguei a TV e tentei dormir. Acho que consegui, porque só lembro de acordar hoje de manhã, com minha porta entreaberta, quem teria sido?, quando olhei a hora, um susto, mais de 11h da manhã. As dores estão mais fortes, então peço que mandem para mim uma loira gostosa que saiba fazer massagem, mas não uma qualquer, quero a massagem tailandesa e digo mais: com final feliz. FicaAdica. Por hoje é só!! Até mais!!Ass.: RodrigoSantos
O mundo ao meu redor
setembro 04, 2010 Rodrigo Santos
Durante a semana toda fiquei pensando no que eu poderia falar aqui no blog. Sei que ninguém lê e se lê, se mantém no anonimato talvez por medo de ser julgado de ler um blog de um doido como eu, mas esse blog eu fiz pra mim. Pra desabafar, falar besteiras, digo coisas aqui que nunca disse nem pra amigos, fossem eles mais próximos possíveis.
Tentei escrever dois post's essa semana e em um deles eu falava sobre a vida dentro de um ônibus. Quem anda de ônibus, seja pra trabalhar ou ir ao colégio, sabe como é difícil sentar ao lado de um estranho e ouvir sua música, sentir um perfume ruim ou até mesmo ser obrigado a ter o sujeito caindo de sono no seu ombro.
Há alguns dias tenho prestado atenção nas conversas e cheguei a conclusão que as pessoas são loucas e sem noção quando se trata de conversar dentro daquele veículo enorme e ao mesmo tempo minúsculo quando pego na hora do rush. Outro dia, enquanto estava com a cara dos peitos de uma senhora (Não por minha vontade) ouvi duas irmãs (Mulheres da igreja evangélica) falando de uma terceira 'irmã'. Eu estava com meus fones de ouvido, como de costume, ouvindo minhas músicas preferidas (que diga-se de passagem, não são o Justin Bieber, Luan Santana ou aquele tal do Rebolation) quando eu ouvi:
"Fulana, disse que o marido dela queria colocar os dois dedos e ela não deixou. Mas eu falei: 'Irmã, vocês são casados. Isso é normal.' mas ela disse que tem medo."Baixei o volume pra ter certeza que estava ouvindo bem. Tirei os fones. Fiquei me perguntando o que aquelas mulheres pensavam que eram pra falar da vida sexual da outra? E se depois elas ainda teriam a cara de pau de julgar as pessoas "do mundo" com suas roupas curtas, com seus Aloka, seus piercings e tatuagens. Sinceramente, não entendo o porque das pessoas falarem tão alto dentro de um coletivo e se alguém olha estranhando ou com cara de curioso ainda se acham no direito de reclamar. Mas essa não foi a única história de ônibus que teve essa semana. Ontem uma louca gritava freneticamente com uma amiga no telefone combinando algum programa que com certeza não seria uma roda de estudos.

"BIA, JÁ ARRUMEI MAIS DUAS PRA GENTE LEVAR NA PARADA. É. A THAISA E A CAMILA VÃO. JÁ SOMOS QUATRO, VOU VER SE CAROL VAI QUERER IR. VAMOS ARRAAASAAAARR. BEIJO AMIGA."

Ela estava tão louca no telefone (Claro, não tenho dúvidas que ela se divertiriam), mas do jeito que ela estava empolgada, uma delas, ou quem sabe todas elas, com certeza vai sair dessa parada de barriga cheia (Lê-se grávida.) Ia ser lindo, as amigas todas barrigudas. E claro, seus pais iam adorar. Os orgulhos da família...
E a semana foi de se desenrolando até eu chegar no sábado com os olhos frenéticos entre um programa tosco da TV ou um pornô na internet, no e-mail... Jogue a primeira pedra quem não recebe, ou já recebeu isso.
Não vou ser hipócrita de dizer que nunca assisti aquela fita que meu pai tinha escondida na última gaveta da cômoda, embaixo das roupas, dentro de uma sacola preta. Golpe de mestre
era o nome e lembro da história até hoje. O vídeo tinha toda uma história. O cara tinha dinheiro e queria todas as mulheres pra ele, até que ele vê a funcionária de um amigo que quer ser modelo. Ele se passa por gay pra chegar nela que é evangélica. Outra vez, as mocinhas evangélicas sendo citadas, olha lá hein, tô falando de filme pornô. Safadenhas.Acho que falei de todos os assuntos num único post, assuntos esses que seriam discutidos todos em apenas um... Acho que foi o primeiro post mais dinâmico que eu já fiz. Ele desenrolou como uma conversa com amigos onde falamos de tudo e de todos, nos curtimos, conversamos e damos risadas... Pra encerrar, rola uma músiquinha?
Eu gosto demais dessa música, mas até hoje não sei o porque. Conheço ela desde mais novo, mas garanto: Quando descobrir eu conto... Até a próxima!!
Ass.: RodrigoSantos